DIGITAL
QUE O FAZ

SETEMBRO/2026
2026 dzestudio.com.br
Trilha Claude · Momento 2

/ dz estúdio · trilha de capacitação

TRILHA
CLAuDE

O QUE É

Quatro módulos para sair do chat e começar a construir. Um assíncrono, em casa, e três encontros de 90 minutos com o arquivo aberto.

PARA QUEM

Headz e as pessoas que receberam licença do Claude no Momento 2: estratégia, criação, atendimento e ativação.

O CONTRATO

A licença já é sua: ela vem antes da trilha, não depois.

M0 · assíncrono M1 · 90 min M2 · 90 min M3 · 90 min
M0 · assíncrono

/ módulo 0 · assíncrono · em casa · 1h30 a 2h

ANTES DE
COMEÇAR

Vamos evitar gastar tempo do treinamento instalando coisas. Siga as instruções desse documento, de prefêrencia até 2 dias antes do encontro. Se travar, chama o Armesto.

parte A

O terminal

O que é, como abrir, como rodar. Leia antes de instalar qualquer coisa — a parte B depende disto.

parte B

Contas e apps

Oito passos, em ordem, com todos os links. A ordem importa.

parte C

Leitura prévia

Dois textos curtos. É o que libera tempo de sala.

/ M0 · parte A

O TERMINAL, SEM (MUITO) SUSTO

Alguns passos da parte B pedem para rodar um comando no terminal. Se você nunca fez isso, cinco minutos aqui resolvem, e sem eles a parte B parece muito mais difícil do que é.

O QUE É

Uma janela onde você digita uma ordem em texto em vez de clicar num botão. É a mesma máquina, os mesmos arquivos, só uma porta diferente de entrar. Programador usa porque é mais rápido, e depois acelera muita coisa do Claude, evitando ter que instalar coisas manualmente. Dá um medinho no início, depois parece está no início ainda (mentira, logo acostuma).

Não tem nada de perigoso em abrir o terminal. O que exige cuidado é colar comando que você não sabe de onde veio. Nesta trilha, cole só o que está neste guia ou o que o Claude te der durante os encontros.

COMO ABRIR

Mac

Aperte ⌘ + espaço, digite Terminal e dê Enter.

Windows

Aperte a tecla Windows, digite PowerShell e dê Enter. Se aparecer “Terminal”, serve também.

COMO RODAR UM COMANDO

  • Cole o comando — ⌘V no Mac, Ctrl+V no Windows. Se não colar, tente o botão direito.
  • Dê Enter e espere. Um comando por vez.
  • Texto rolando é normal. Deixe terminar.
  • Acabou quando o cursor volta a piscar esperando você.
  • Não feche a janela no meio de uma instalação.
Deu erro vermelho? Isso é informação, não fracasso. Copie a mensagem inteira e cole no próprio Claude, perguntando o que significa. Ler mensagem de erro é metade da habilidade que esta trilha ensina.

E POR QUE VOCÊ INSTALA O APP E O TERMINAL

superfície 01

App desktop

A porta de entrada. Você aponta uma pasta e conversa. O Claude Code roda dentro do app — sem terminal nenhum.

superfície 02

Terminal · CLI

Onde se ganha autonomia: sessão longa, várias pastas ao mesmo tempo, comando que você repete. Mesma ferramenta.

A parte que costuma ser mal entendida. O poder de instalar coisa, mexer em arquivo e publicar não vem do terminal — vem do Claude Code, que executa comando na sua máquina nas duas superfícies. Quem habilita de verdade são os passos 4 e 5 da parte B: sem node e sem git instalados, “publica isso pra mim” falha igual no app e no terminal. A cadeia de ferramentas é o que dá o poder; a superfície é conforto.

Comece no app. Vá para o terminal quando o app começar a parecer apertado — e isso vai acontecer no M3.

M0 · parte A · o terminal leia antes de instalar

/ M0 · parte B

CONTAS E APPS

Faça nesta ordem, e use os links daqui — não procure no Google, é assim que se instala a coisa errada. O GitHub vem antes da Vercel e do Supabase porque é a conta que serve de login para as duas.

A conta do GitHub é particular, criada com o e-mail da DZ. Não é conta de empresa nem de organização. Ela é sua, e é dela que saem os logins seguintes.
1

Cadastro no Claude

Você vai receber um link por e-mail com o convite para a conta da DZ. Abra por esse link — cadastro feito por fora não entra na conta da empresa e não recebe a licença.

2

Confirme que a licença chegou

Entre no Claude pelo navegador e veja se o plano da DZ aparece na sua conta. Se não apareceu, avise o Armesto antes de seguir, já os passos seguintes dependem disso.

3

App Claude Desktop

Baixe e instale o aplicativo de computador. É a porta de entrada do modo code.

Baixe em claude.com/download — a página detecta se você está no Mac ou no Windows e oferece o instalador certo.

4

A cadeia de ferramentas · Node e Git

São as ferramentas que o Claude usa para trabalhar na sua máquina. Aqui você vai precisar do terminal — a parte A explica como.

Mac

Instale primeiro o Homebrew, seguindo o comando que está na página inicial de brew.sh. Depois, no terminal:

brew install node git gh

Windows

Três instaladores, nesta ordem. Todos por clique, sem terminal — aceite as opções padrão em todos:

Para conferir que deu certo, abra o terminal e rode:

node --version && git --version

Se aparecerem dois números de versão, está feito. Se disser “command not found” ou “não reconhecido”, feche e abra o terminal de novo antes de concluir que falhou — é o motivo mais comum.

5

Claude Code no terminal

A mesma ferramenta do app, na linha de comando. Instala igual nos dois sistemas:

npm install -g @anthropic-ai/claude-code

Depois entre numa pasta qualquer sua, rode claude e autentique no navegador quando ele pedir. Se quiser conferir a instalação oficial passo a passo: code.claude.com/docs/en/setup.

6

Conta no GitHub, com o e-mail da DZ

É onde o código e os arquivos de projeto vivem e ficam versionados. Conta particular, e-mail da DZ.

Crie em github.com/signup. Guarde a senha no cofre de senhas da casa, não no navegador.

7

Conta na Vercel — entrando com o GitHub

É onde a coisa que você construir vai para o ar.

Em vercel.com/signup, escolha “Continue with GitHub”. Não crie senha nova.

8

Conta no Supabase — entrando com o GitHub

Banco de dados, para quando a ferramenta precisar guardar coisa em vez de só mostrar.

Em supabase.com, escolha “Continue with GitHub”. Mesmo caminho da Vercel.

Travou em algo que pede permissão de TI? Pare e avise o Armesto.
M0 · parte B · contas e apps 8 passos

/ M0 · parte C

LEITURA PRÉVIA

Dois textos curtos. Nenhum deles vai ser lido em voz alta no encontro — o tempo de sala é para fazer, não para ouvir o que estava escrito.

/ leitura 1

ONDE O MUNDO ESTÁ — E ONDE VOCÊ VAI ESTAR

A conversa pública sobre IA dá a impressão de que todo mundo já está usando tudo. Os números dizem outra coisa e é essa distância que queremos cobrir nessa trilha.

A adoção explodiu. Em abril de 2026 havia 2,42 bilhões de usuários ativos mensais de plataformas de IA generativa: 29,2% da população mundial e cerca de 40% de quem tem internet. Em doze meses o número mais que dobrou — crescimento de 141%.

O hábito, não. O uso semanal chegou a 34% dos adultos em seis mercados pesquisados — era 18% em 2024. Mas o uso diário segue raro: 7% nos Estados Unidos, 2% no Reino Unido e na França, 1% no Japão.

Quase todo mundo já experimentou. Quase ninguém trabalha com isso. A distância que importa não é entre quem usa e quem não usa — é entre usar de vez em quando e usar como ferramenta de trabalho.

no mundo · abril de 2026

Pessoas no mundo

8,3 bi

Usam IA generativa
ao menos uma vez por mês

29,2% · 2,42 bi

entre adultos de seis mercados · 2026

Usam toda semana

34%

Usam todo dia
ChatGPT, nos EUA — o país com o maior índice

7%
E no Claude, especificamente: tarefas de computação e matemática são 35% das conversas no Claude.ai — “coding remains the most common use on our platforms”. ⚠︎ Esse 35% é de conversas no Claude, não de pessoas no mundo: denominador diferente dos gráficos acima, e é por isso que está fora deles. O recado somado é que, no grupo em que você está entrando, construir não é exceção — é o uso principal.

Fontes. Adoção e volume: DataReportal / Kepios, Digital 2026 Mid-Year Global Update Report, abril de 2026 — o próprio relatório alerta que 2,42 bi são usuários, não pessoas, porque há sobreposição entre plataformas. Frequência de uso: Reuters Institute, Digital News Report 2026, seis mercados. Uso no Claude: Anthropic Economic Index, relatório de março de 2026, amostra de 5 a 12 de fevereiro de 2026.

/ leitura 2

MARKDOWN · A SINTAXE MÍNIMA

Markdown é texto com marcação simples. Tu vai ouvir falar disso o tempo todo por aqui. Com esse formato, o Claude devolve resposta organizada, e é como você escreve os arquivos que ele lê. Dez minutos aqui economizam horas (e muito token) depois.

Você escreveSai como
# TítuloTítulo grande
## SubtítuloUm nível abaixo
**negrito**negrito
*itálico*itálico
- itemlista com marcador
1. itemlista numerada
[texto](url)link
`código`código
> citaçãobloco recuado
| a | b |tabela

Por que isso muda o resultado. Quando você pede “me devolva em markdown, com subtítulos e uma tabela comparando as opções”, você não está pedindo enfeite — está dizendo ao modelo qual forma a resposta tem. E forma pedida é forma entregue.

Vale o contrário também: briefing colado como parede de texto rende resposta de parede de texto. Briefing com subtítulo por assunto rende resposta organizada por assunto.

Dica que economiza tempo real: peça a resposta em markdown e cole no Google Docs. Título, lista e negrito chegam formatados.

UM EXEMPLO CURTO

O mesmo texto, dos dois lados. À esquerda o que você digita; à direita o que aparece. Nada além do que está na tabela acima.

você digita isto

## Briefing · Cliente X **Objetivo:** subir consideração entre 25 e 34 anos. O que já está definido: - verba aprovada - praça: São Paulo O que falta: 1. prazo de veiculação 2. peças obrigatórias > "Queremos algo diferente do ano passado." Confira o `01-plano.md` antes de responder.

e chega assim

Briefing · Cliente X

Objetivo: subir consideração entre 25 e 34 anos.

O que já está definido:

  • verba aprovada
  • praça: São Paulo

O que falta:

  1. prazo de veiculação
  2. peças obrigatórias

"Queremos algo diferente do ano passado."

Confira o 01-plano.md antes de responder.

M0 · parte C · leitura prévia fim do M0 · confirme no canal
encontro 1 · 90 min

/ dz estúdio · trilha claude · momento 2

CLAuDE
BASiCS

Sair do chat e começar a construir. Hoje é o dia de pedir bem — o resto da trilha depende disto.

Você já fez o M0: conta, app, terminal, Node, Git. A partir daqui é com a máquina aberta.

Três encontros. Cada um termina com algo seu publicado. O primeiro termina hoje.

chatcoworkcode
M1 · ask

/ módulo 1 · ao vivo · 90 min

ENTENDER
E PEDIR

5 minAbertura · o contrato da trilha · os três modos: chat, Cowork, code
5 minComo a DZ quer usar IA · e o que muda quando a ferramenta abre a sua pasta
8 minModelos e esforço — qual usar para quê
8 minTokens · o que são, por que importam, e como gastar menos
10 minAs quatro partes do pedido · e por que contexto separa o jeito DZ do slop
15 min▸ hands-on: os hacks de prompt — variação, exemplo, chain-of-thought, inversão de papéis, LLM council
7 minArquivos de contexto · CLAUDE.md, design.md e o PDF que come token
15 minProjects · você monta o de um cliente seu
10 min▸ Publica: o seu primeiro Artifact
7 minExtras · rotinas e Claude in Chrome · fechamento e tarefa até o M2

/ M1 · resgate

COMO A DZ QUER USAR IA

Isso já foi dito no all-hands e não muda aqui. Vale o resgate porque agora você tem uma ferramenta que faz muito mais — e a régua continua a mesma.

regra 01

Revisão humana sempre

A IA é facilitadora, nunca a autora final. Nada sai daqui sem alguém ter lido e assumido.

regra 02

Na dúvida, não sobe

Dado de cliente, material estratégico e informação confidencial só no stack homologado. Em dúvida, pergunte antes.

regra 03

Transparência com o cliente

Quando o uso for relevante — imagem, áudio, vídeo que vá a público, análise que influencie decisão crítica.

E o posicionamento, que é o que sustenta tudo: “digital que robô não faz”. O robô assume o repetitivo; a gente fica com estratégia, curadoria e responsabilidade. Esta trilha não é sobre entregar mais rápido — é sobre devolver horas para o trabalho que só pessoa faz.

M1 · resgatepolítica v1.1
M1 · a frase

A iA É UMA BOA FERRAMENTA,

MAS É UMA MARAVILHOSA CRIaDORA DE FERRAMENTAS.

M1 · a virada

/ M1 · o que muda de verdade

ATÉ AQUI VOCÊ COLAVA TEXTO
NUM CHAT.

AGORA A FERRAMENTA ABRE A SUA PASTA E RODA COMANDO NA SUA MÁQUINA.

A regra 02 fica mais concreta: antes de apontar o Claude para uma pasta de cliente, olhe o que tem dentro. Isso é exercício do M2, e é para valer.

M1 · escolha

/ M1 · escolha

MODELOS E ESFORÇO

São dois controles que fazem a diferença entre esperar dois minutos por uma resposta que precisava de dois segundos ou receber resposta com cara de IA numa pergunta que merecia pensamento.

M1 · a escada

/ M1 · escolha · 1 de 2

A ESCADA DOS MODELOS

ModeloFeito paraUse quando
Haiku 4.5 Rápido e barato, alto volume Tarefa mecânica e repetitiva: classificar, extrair, reformatar uma lista grande.
Sonnet 5 Equilíbrio entre velocidade e capacidade O dia a dia. Redação, análise, organização de material. Comece aqui.
Opus 5 Alta capacidade Problema que exige raciocínio longo: estratégia, código não trivial, análise com muitas variáveis.
Fable 5 A fronteira Quando o Opus não deu conta e o problema vale o tempo extra.
M1 · a escada dos modeloscomece em Sonnet 5
M1 · o esforço

/ M1 · escolha · 2 de 2

O ESFORÇO

Além de qual modelo, existe quanto ele pensa antes de responder. Esforço baixo responde rápido e direto; esforço alto pensa mais, demora mais e acerta mais em problema difícil.

A regra prática: esforço alto para decidir, esforço baixo para executar. Escolher o caminho de uma campanha merece esforço. Reescrever trinta títulos seguindo um padrão já definido, não.

  • Comece em Sonnet 5, esforço médio. É certo em quase tudo.
  • Subiu de modelo e não melhorou? O problema é o prompt, não o modelo.
  • Não use o modelo mais forte “por segurança”. Custa tempo seu e token da casa.
O controle de esforço na interface do Claude
M1 · economia da conversa

/ M1 · economia da conversa

TO·KE·NS

Token é o pedaço em que o texto é cortado para o modelo ler, mais ou menos uma palavra curta, ou parte de uma longa. Tudo é medido nisso: o que você manda, o que ele responde, as skills usadas, os MCPs e conectores e tudo que já foi dito na conversa.

M1 · o balanço

/ M1 · economia da conversa

POR QUE TOKENS IMPORTAM?

Porque a qualidade do trabalho com as IAs está baseada em um balanço entre:

Custo

  • Input + output
  • Modelos + complexos
  • + Esforço
  • + Tokens

Contexto

  • Maior contexto relevante
  • + Qualidade de respostas

Curiosidade: conversar em português custa cerca de 30% mais que em inglês — a mesma frase vira mais tokens.

M1 · como pedir

/ M1 · o coração do encontro

TODO PEDIDO BOM
TEM AS MESMAS
QUATRO PARTES.

parte 01

Papel

“Aja como um atendimento sênior de agência.” Não “você é um assistente” — o papel muda o vocabulário da resposta inteira.

parte 02

Contexto

O material de verdade. O briefing, o documento, a conversa. Sem isso ele responde sobre marca genérica.

parte 03

Tarefa e formato

O que você quer, e em que forma. Itens numerados, tabela, bullets curtos. Forma pedida é forma entregue.

parte 04

Restrição

“Não invente informação.” É a parte que quase ninguém escreve e a que mais melhora o resultado.

M1 · contexto

/ M1 · parte 02 · contexto

CONTEXTO É A DIFERENÇA ENTRE O JEITO DZ E AI SLOP

É aqui que precisamos aproveitar os mais de 20 anos de contexto, usando os frameworks, os processos e os métodos que garantem a consistência.

O framework PEC da DZ: comunicação, público, marca, ambiente em torno de estratégia e tática
M1 · a quinta parte

/ M1 · e uma quinta, que é sua

A PRIMEIRA RESPOSTA
NÃO É A RESPOSTA.

Responder “está genérico, me dá três versões mais específicas” custa dez segundos e vale mais que reescrever o prompt do zero. As quatro primeiras partes são do pedido. Esta é do seu hábito.

M1 · hacks

/ M1 · hands-on

PEQUENOS HACKS PARA CONSEGUIR RESPOSTAS MELHORES

1

Peça variação, não correção

“Me dá três versões: uma mais direta, uma mais provocativa, uma mais institucional.” Escolher é mais rápido que consertar.

2

Dê um exemplo do que é bom

Cole um texto antigo que funcionou e diga “nesse tom”. Vale mais que três parágrafos descrevendo o tom.

3

Diga o que está errado, não peça de novo

“Está genérico” já ajuda. “Está genérico porque não menciona o público B2B” resolve.

4

Mande ele perguntar antes de fazer

“Antes de responder, me faça as perguntas que faltam.” Muda o jogo em briefing incompleto.

5

Critério de sucesso

Adicione no prompt o que você considera um critério de sucesso da tarefa. Sem isso, ele entrega o que acha aceitável — não o que você aceitaria.

M1 · hacks20 min · hands-on
M1 · hacks

/ M1 · hands-on

CHAIN-OF-THOUGHT

Às vezes é difícil de saber até por onde começar a pedir, então podemos transformar isso em uma conversa com a IA.

Preciso saber mais sobre o que o público de L'Óreal Hair Pro está pesquisando. Me mostre passo a passo como você faria essa pesquisa, mostre seu raciocínio na resposta.
M1 · hacks

/ M1 · hands-on

INVERSÃO DE PAPÉIS

Peça pro Claude melhorar seu prompt antes de sair fazendo.

Preciso saber mais sobre o que o público de L'Óreal Hair Pro está pesquisando. Me ajude a melhorar meu prompt: critique meu pedido, faça entre 3 e 5 perguntas sobre a tarefa e depois me sugira o prompt final para aprovação.
M1 · hacks

/ M1 · hands-on

LLM COUNCIL

O Claude consegue olhar a tarefa de diferentes ângulos, dá pra tirar proveito disso.

Você vai atuar como um "Conselho de LLMs" (LLM Council), técnica inspirada por Andrej Karpathy, para analisar a questão abaixo seguindo EXATAMENTE estas três etapas, na ordem, sem pular nenhuma. QUESTÃO/DILEMA: [Descreva aqui sua pergunta ou decisão de forma NEUTRA — sem indicar qual resposta você prefere ou espera ouvir] --- ETAPA 1: Respostas independentes --- Assuma, uma de cada vez, os 5 papéis de conselheiro abaixo. Cada um deve responder à questão de forma independente, sem ser influenciado pelas respostas dos outros, em no máximo 1 parágrafo curto + 2-3 bullets de raciocínio: 1. O Contestador — busca ativamente motivos pelos quais o plano vai falhar. 2. O Pensador de Primeiros Princípios — ignora as premissas dadas e reexamina o problema central do zero. 3. O Expansionista — caça oportunidades escondidas e upside que ninguém mencionou. 4. O Forasteiro — faz perguntas básicas e objetivas, sem nenhum contexto do setor ou da empresa. 5. O Executor — foca só em passos práticos, do tipo "o que eu faço na segunda-feira de manhã". --- ETAPA 2: Revisão cruzada anônima --- Agora embaralhe as 5 respostas (não repita os nomes dos papéis) e, atuando como um revisor imparcial, avalie cada uma em uma escala de 1 a 5 quanto a: originalidade, rigor lógico e utilidade prática. Aponte contradições e pontos fracos entre as respostas. --- ETAPA 3: Síntese do Presidente do Conselho --- Assuma o papel de um presidente de conselho neutro. Releia todo o debate (etapas 1 e 2) e entregue: - um veredito claro sobre a questão original; - os principais pontos de consenso e de discordância entre os conselheiros; - de 3 a 5 próximos passos concretos e acionáveis. Formate a resposta final com títulos separados para Etapa 1, Etapa 2 e Etapa 3, para facilitar a leitura.

Bônus — para independência de verdade, rode cada etapa em conversas separadas.

M1 · hacks

/ M1 · hands-on

REVISAR O PRÓPRIO PROMPT

Antes de culpar a ferramenta, passe o seu pedido por estas perguntas. Na maioria das vezes o problema aparece na primeira.

  • Dei contexto ou supus que ele adivinha?
  • Disse em que forma eu quero a resposta?
  • Escrevi alguma restrição?
  • Pedi uma coisa, ou empilhei cinco no mesmo pedido?
  • Um colega novo entenderia esse pedido sem me perguntar nada?
M1 · gastar menos

/ M1 · economia da conversa · 2 de 2

COMO GASTAR MENOS E ACERTAR MAIS

  • Assunto novo, conversa nova. É o hábito de maior impacto, e o mais fácil.
  • Mande o trecho, não o documento. Anexar 40 páginas para perguntar sobre uma tabela é desperdício e piora a resposta.
  • Peça a saída do tamanho que você quer. “Em até 5 bullets” gasta menos e serve mais que três parágrafos que você não vai ler.
  • No Claude Code, quando a sessão ficar longa: /compact resume o histórico e libera espaço.
  • Contexto que se repete vai para o Project, não para dentro de cada conversa.
  • Não peça “resuma nossa conversa” a cada dez mensagens só por higiene. Isso também gasta.
Isto não é sovinice. É a diferença entre uma conta que a casa sustenta para nove pessoas e uma que ela não sustenta para trinta.
M1 · tokensassunto novo, conversa nova
M1 · arquivos de contexto

/ M1 · arquivos de contexto

CLAUDE.MD E AS CONFIGS BÁSICAS

O CLAUDE.md é um arquivo de texto na raiz da pasta. Toda vez que o Claude Code abre ali, ele lê esse arquivo primeiro — é a instrução permanente daquele projeto. O que você repetiria em toda conversa, escreva uma vez aqui.

No app, o equivalente é a instrução do Project. Mesma ideia, lugares diferentes: o que vale para a pasta vai no CLAUDE.md; o que vale para o cliente vai no Project.

Um bloco para começar o seu — vale no CLAUDE.md e na instrução do Project. São as restrições que mais mudam o resultado:

INCERTEZAS: Se você não estiver completamente certo sobre algo, diga isso claramente. Use frases como "Não tenho certeza absoluta, mas...", ou "Talvez você possa verificar isso mais a fundo...". Nunca formule hipóteses como fatos. FONTES: Não invente nomes de artigos, livros, pesquisas, nomes de autores, URLs ou qualquer tipo de referência bibliográfica. Se você não conseguir encontrar uma fonte fiável e verificável, diga "Eu não tenho uma fonte verificável disso." ESTATÍSTICAS: Deixe marcado qualquer número que você não estiver 100% confiante. Diga "aproximadamente" e me recomende verificar em uma fonte primária. EVENTOS RECENTES: Lembre-me quando um tópico pode ter mudado desde a sua última atualização de base de dados. Não apresente informações datadas como se fossem recentes. CONTEXTO: Não preencha contextos ausentes com suposições. Se algo não estiver claro, faça uma pergunta de esclarecimento antes de responder.
M1 · CLAUDE.mdescreva uma vez, vale sempre
M1 · PDFs

/ M1 · economia da conversa

PDF É UMA DRAGA DE TOKENS

PDF não é texto: é um desenho de página. Para ler, o modelo reprocessa layout, tabela e muitas vezes a página como imagem — e isso custa muito mais token que o mesmo conteúdo em texto puro. Um relatório de 40 páginas pode comer boa parte do contexto antes da sua primeira pergunta.

A saída: converta para Markdown antes. O MarkItDown, da Microsoft, faz isso com PDF, Word, Excel, PowerPoint e mais — e devolve um arquivo de texto que o Claude lê por uma fração do custo.

MarkItDown ⟶ github.com/microsoft/markitdown

Tem também versão MCP (markitdown-mcp), para o Claude converter sozinho. Isso é assunto do M2.

M1 · design

/ M1 · arquivos de contexto

DESIGN.MD

Design system é o conjunto de decisões visuais já tomadas: cores, tipografia, espaçamento, o que tem borda e o que não tem. Para uma pessoa é um guia; para o Claude é a diferença entre uma página que parece da DZ e uma página que parece de qualquer um.

O design.md é esse guia escrito em texto, na pasta do projeto. O Claude lê junto com o CLAUDE.md e passa a aplicar o padrão sem você pedir a cada vez. Sem ele, todo Artifact sai com a cara do modelo.

Design system da DZ ⟶ design-system-dz — cores, tipografia, escala de espaçamento e as regras da marca, já no formato que o Claude lê.

Página do manual da DZ: uso de cores do logotipo sobre os quatro fundos
M1 · projects

/ M1 · hands-on

PROJECTS

Project é o lugar onde o contexto do cliente mora, e toda conversa começa já informada.

Ele é vivo. Toda vez que você se pegar explicando a mesma coisa de novo numa conversa, essa coisa deveria estar no Project.

M1 · projects · team

/ M1 · hands-on

PROJECTS NA CONTA TEAM

No plano Team, todo Project pode ter uma de três visibilidades:

Pessoal

Só o criador acessa — chats, base de conhecimento e artifacts ficam privados.

Workspace

Todo mundo da organização tem acesso. Bom para “Base de RH”, “Guia de onboarding”, “FAQ de clientes”.

Membros específicos

Compartilhado por e-mail com quem precisa, com permissão de visualização ou de edição.

Cada Project isola contexto: o time de um cliente não precisa ver o histórico de conversas de outro.

/ M1 · hands-on · como montar

QUATRO PASSOS

1

Crie um Project por cliente, não por tarefa

A tentação é criar “Project campanha de setembro”. Erro: o contexto que se repete é o do cliente, não o da entrega. Um Project por cliente, muitas conversas dentro.

2

Coloque o que você explicaria a alguém no primeiro dia

Quem é a marca, o que ela vende, para quem, o tom, o que ela nunca faz, quem decide. Se você escreveria num onboarding, vai aqui.

  • Guia de marca, tom de voz, restrições
  • Briefings antigos e o que deu certo
  • Vocabulário do cliente — como ele chama as coisas
  • Nada de dado pessoal, contrato, senha ou informação confidencial. Vale a regra 02.
3

Escreva a instrução do Project

É a parte que quase ninguém preenche e é a que mais muda o resultado. Diga quem o Claude é dentro deste Project e o que ele nunca deve fazer. Ponto de partida para copiar e ajustar:

Você trabalha na dz estúdio, na conta ⟨CLIENTE⟩. Responda sempre em pt-BR, no tom da marca descrito nos arquivos. Sempre: - consulte os arquivos deste Project antes de responder - diga quando falta informação, em vez de preencher a lacuna - proponha alternativas em vez de uma resposta única Nunca: - invente dado, número, data ou nome próprio - use jargão de agência quando a palavra simples serve
4

Teste com uma pergunta que você já sabe responder

É a única forma honesta de avaliar. Pergunte algo cuja resposta certa você conhece. Se ele acertar, o contexto está bom. Se errar, falta arquivo — não falta modelo melhor.

M1 · Projects15 min · hands-on
M1 · ▸ publica

/ M1 · ▸ publica

ARTIFACT — INDO PARA O AR

Todo encontro desta trilha termina com algo publicado. Hoje é o mais simples: um Artifact — uma página que o Claude constrói e hospeda, com endereço próprio, que você pode mandar para alguém.

M1 · artifacts · team

/ M1 · ▸ publica · 2 de 3

ARTIFACTS NO TEAM

Dá para publicar um artifact para pessoas específicas, para toda a organização, ou (se habilitado) com link público — quem recebe o link nem precisa ter conta Claude para interagir.

Multiplayer em tempo real (Team/Enterprise): mais de uma pessoa pode editar o mesmo artifact ao mesmo tempo, sem ficar passando versão por versão.

Versionamento: cada publicação vira uma nova versão no mesmo link, com histórico — dá para reverter a qualquer momento.

Playbook de conteúdo Atvos — artifact publicado para a organização

Feito na casa: Playbook de conteúdo — Atvos, 170 posts analisados, publicado para a organização.

M1 · ▸ publica

/ M1 · ▸ publica · 3 de 3

O PASSO A PASSO

1

Escolha algo pequeno e seu

Um resumo de briefing, um comparativo de três caminhos criativos, um cronograma. Coisa que você faria hoje no Docs.

2

Peça como página, não como texto

A diferença está em pedir o formato. Ponto de partida:

Transforme isto numa página que eu possa mandar por link para o time. Uma página só, hierarquia clara, sem enfeite. Use os cores da dz estúdio: verde #0A3D26, creme #EDE8D5, preto #111111. Tipografia sem serifa, sem cantos arredondados.
3

Peça um ajuste, e depois outro

É aqui que a quinta parte do pedido vira hábito: a primeira versão não é a versão. “Aumenta o contraste do título”, “põe as três opções lado a lado”. Você está editando, não recomeçando.

4

Publique e mande o link no canal da turma

Fechar o ciclo em público é metade do valor: a turma vê o que é possível, e você tem prova de que funcionou.

Antes de publicar, olhe o que está na página. Artifact publicado tem endereço na internet. Vale a regra 02: nada de dado de cliente, número confidencial ou nome que não deveria circular. Se for material real, anonimize primeiro — e diga em voz alta que anonimizou.
M1 · ▸ publica7 min

EXTRAS

ROTINAS · CLAUDE IN CHROME
2026 dzestudio.com.br
M1 · extras

/ M1 · extras

ROTINAS

Uma rotina é um pedido que se repete sozinho, no horário que você marcar. Em vez de abrir o Claude toda segunda para pedir a mesma coisa, você escreve o pedido uma vez e ele roda e te entrega o resultado.

Serve para o trabalho que é periódico e previsível: o resumo da semana de um cliente, a varredura de novidades de um setor, o checklist de segunda-feira. O bom pedido de rotina é o mesmo bom pedido de sempre — as quatro partes valem aqui também.

M1 · extras

/ M1 · extras

CLAUDE IN CHROME

É uma extensão do navegador. Em vez de você copiar a página e colar no chat, o Claude enxerga a aba que está aberta e trabalha ali — resume, compara, preenche, navega entre páginas.

Muda o tipo de tarefa que vale a pena delegar: o que era “abrir sete abas e consolidar” vira um pedido só. É o mesmo salto do M1 — sair de colar texto para apontar a ferramenta para onde o trabalho está.

Vale a regra 02, e com peso dobrado. Dar acesso ao navegador é dar acesso ao que está logado nele. Use em aba de trabalho, confira o que ele vai fazer antes de confirmar, e nunca em página com dado de cliente que não deveria circular.

CLAUDE COWORK
+ CODE

ROTINAS, SKILLS E CONECTORES
2026 dzestudio.com.br
M2 · do

/ módulo 2 · ao vivo

O ENCONTRO
DE HOJE

O encontro em que o Claude passa a mexer nos seus arquivos. Um cliente de verdade, o CoreComm, atravessa o módulo inteiro: começa numa reunião bagunçada e termina num dossiê que a equipe toda pode usar. No meio do caminho, você instala o pacote comum da casa e aprende a perguntar de onde veio isso antes de ligar qualquer coisa.

01Abertura · do chatbot à equipe de agentes, e onde cada ferramenta entra
02Cowork · conectores sem código, a fórmula do pedido e uma rotina que roda sozinha
03Claude Code · a pasta, o pacote comum de skills, as quatro formas de instalar e os modos de autonomia
04Mão na massa · cada área escreve o seu documento do cliente
05▸ Publica · o dossiê consolidado e um artifact, no Project
06Extras · conectores de criação, falar em vez de digitar, e fechar o contexto
material real · CoreComm
M2 · abertura

ERA UMA VEZ

M2 · abertura

QUASE UM NOVO
SISTEMA OPERACIONAL

M2 · a frase

CHATBOT É VOCÊ TRABALHANDO E A iA AJUDANDO.

AGENTE É VOCÊ DIRIGINDO E A iA TRABALHANDO.

M2 · nível 1

/ nível 1 de 4

CHATBOT

Pergunta, resposta. Sem memória entre conversas, sem ferramentas.

Uma conversa simples no Claude.ai. Você pergunta, ele responde.

você pergunta → chatbot → ele responde

Falta: memória · ferramentas

M2 · os quatro níveis1 de 4
M2 · nível 2

/ nível 2 de 4

ASSISTENTE

Chatbot mais o contexto do seu trabalho. Mexe em arquivo e em app, dentro de um ambiente guiado, sem código.

O Cowork, com um Project. Sabe quem você é, o que você já decidiu, e entrega resultado pronto pra editar.

você delega um objetivo → ele planeja e executa → entrega pronto pra editar

Falta: escopo técnico irrestrito, terminal, agência própria

M2 · os quatro níveis2 de 4
M2 · nível 3

/ nível 3 de 4

AGENTE

Age sozinho e sem limite de escopo: usa o terminal, lê e escreve qualquer arquivo, roda comando, decide o caminho.

No Claude Code o limite é o que você pede. É por isso que aqui a Política de Uso Responsável e as restrições no prompt pesam mais do que em qualquer outro nível.

entende a tarefa → escolhe a ferramenta → lê o que precisa → executa → entrega

Tirinha: um homem ensina um robô a pintar a cerca e entrega o pincel; o robô pinta exatamente o que viu ser feito, e só isso
M2 · nível 4

/ nível 4 de 4

EQUIPE DE AGENTES

Vários agentes em paralelo, cada um numa frente, coordenados.

Os subagentes do Claude Code. Um coordenador distribui pesquisa, execução e revisão entre agentes especializados, cada um com as suas skills, e consolida um resultado só.

o coordenador recebe → distribui pesquisa, execução e revisão → entrega integrada

M2 · o truque

/ nível 4 · um truque a mais

SUBAGENTE BARATO
FAZ O TRABALHO BRUTO

O agente principal pode chamar subagentes rodando num modelo mais simples e mais barato — Haiku, por exemplo — para a tarefa de apoio: pesquisar, ler arquivo, varrer pasta. O modelo caro fica com o raciocínio complexo.

É a mesma escolha de modelo e esforço do M1, agora aplicada dentro de uma tarefa só.

M2 · Cowork

/ a camada do meio

COWORK

Um assistente que entende o objetivo, faz um plano, mexe em arquivo e em app, e entrega o resultado pronto pra editar, rodando no seu computador.

M2 · conectores

/ Cowork · ligar os apps

SEM CÓDIGO, SEM TERMINAL

Customize → Connectors → “+”

01

Gmail

Ler e-mail, separar o que é urgente, rascunhar resposta.

02

Drive

Achar e ler arquivo, organizar pasta, salvar o que foi produzido.

03

ClickUp

Ler tarefa, ver prazo, saber o que é seu e está vencendo.

São os três que a rotina do próximo slide usa ao mesmo tempo.

M2 · a fórmula

/ Cowork · como pedir

TODO PEDIDO TEM CINCO PARTES

ParteA pergunta que ela responde
ObjetivoO que precisa ficar pronto
InsumosArquivos, pastas, apps, contexto
SaídaEm que formato vem
DestinoOnde salvar e como nomear
GuardrailsO que ele não pode fazer sem perguntar
M2 · guardrails

/ Cowork · a quinta parte

FRASES QUE SALVAM O TRABALHO

“Não envie nada sem eu aprovar.”

“Não apague arquivos.”

“Salve cópias, não substitua os originais.”

“Se estiver inseguro, pare e pergunte.”

Guardrail não escrito é permissão dada.
M2 · rotina

/ Cowork · demo

DAILY BRIEFING

Uma rotina agendada: não roda uma vez só, roda todo dia. O mesmo pedido de sempre, na fórmula:

Faça um resumo diário para começar o meu dia. Acesse meu Gmail e veja os e-mails não lidos. Separe os mais importantes numa lista curta, dizendo quem mandou e o que a pessoa pede. Acesse o ClickUp e procure as tarefas atribuídas a [seu nome] com prazo para esta semana. Traga as mais urgentes primeiro. Veja a minha agenda de hoje e resuma os compromissos, com horário e com quem é cada um. Junte tudo num e-mail para mim, com esses três blocos nessa ordem. Só leia e resuma: não responda e-mail, não mexa em tarefa, não apague nada. Quando estiver funcionando, agende para rodar todo dia às 8h.

Cada parágrafo é uma parte da fórmula, nessa ordem: objetivo, insumos, saída, destino e guardrails.

Isso é um modelo de prompt que funciona como rotina. Testa, refina, e depois é só criar a recorrência, pedindo no chat ou pela aba de rotina.

M2 · Coworkrotina agendada
M2 · Project

/ Cowork · conta de time

UM PROJECT PODE SER DE TIME

Várias pessoas alimentam o mesmo projeto, cada uma com o próprio Claude. O contexto deixa de morar na cabeça de uma pessoa só.

Hoje: vamos criar o Project do CoreComm — o mesmo cliente que atravessa o resto do encontro.

O app do CoreComm na tela People: a lista de colegas com nome, área e função
M2 · mão na massa

/ hands-on · 5 minutos

O RESUMO BATE COM A REUNIÃO?

A reunião de start do CoreComm tem as duas metades no mesmo arquivo: as anotações automáticas e a transcrição inteira, com marcação de tempo. São 783 linhas. Ninguém lê isso na mão, e é por isso que a pergunta vale.

/ o pedido, no seu Cowork

Preciso de uma to-do list consolidada de uma reunião do projeto de lançamento do CoreComm. Leia o arquivo [selecionar o arquivo] e compare o resumo com a transcrição. O que o Gemini chamou de decisão que não foi decidido? O que ficou de fora? Onde tem contradição? Crie um resumo em até 5 bullets do que foi falado na reunião e uma to-do com os próximos passos. Devolva o resultado aqui na conversa, não precisa criar um novo arquivo por enquanto.
M2 · Coworkhands-on 1 de 4
M2 · Claude Code

/ a terceira camada

CLAUDE CODE

M2 · Claude Code

/ Claude Code · o primeiro passo

TODA CONVERSA COMEÇA NUMA PASTA

O Claude Code não trabalha no vazio. Você abre ele apontando para uma pasta, e é só ali que ele enxerga.

hoje

Pasta local, na sua máquina

É por onde se começa. Enquanto o hábito está se formando, trabalhe sempre numa cópia sua.

depois

Pasta do Drive da DZ

Só quando você já estiver seguro do que está fazendo. É material de cliente de verdade, compartilhado com mais gente.

M2 · o Drive

/ Claude Code · onde as coisas moram

O DRIVE DA DZ, POR DENTRO

Quatro coisas que você vai buscar lá, hoje e depois:

01

Assets

Logo, tipografia, design system. O material da casa que o Claude pode ler para não inventar marca.

02

Skills

O pacote comum da DZ, pronto para copiar. É de lá que sai a instalação daqui a pouco.

03

Apps + Brand Codz

Nossas plataformas proprietárias.

04

Clientes

As pastas dos clientes, para trabalhar com a IA. É de uma delas, a do CoreComm, que sai o material de hoje.

M2 · Claude Codepasta do CoreComm
M2 · as duas regras

/ antes de apontar para qualquer pasta

DUAS REGRAS QUE NÃO SE NEGOCIAM

Nunca dê acesso à pasta raiz do computador.

Um agente com a casa inteira aberta mexe em coisa que não tem nada a ver com a tarefa.

Sempre tenha backup.

Git, Drive ou uma cópia da pasta. O que não está em dois lugares não existe.

Tirinha: o robô passa pano, o homem escorrega e grita por uma placa de cuidado, e o robô faz a placa com a cara irritada dele
M2 · julgamento

/ 2 minutos · abram a pasta do CoreComm

O QUE TERIA QUE SAIR DAQUI SE ISSO FOSSE PARA ALGUÉM DE FORA DA DZ?

M2 · contexto

/ Claude Code · o que ele lê sozinho

O ONBOARDING DELE É UM ARQUIVO

Se a pasta tiver um CLAUDE.md ou um README.md, ele lê automaticamente ao começar. É assim que ele chega sabendo o que é o projeto e como você trabalha.

Copiou uma pasta?

Ela pode já vir com esses arquivos. Dá uma olhada antes de começar a pedir coisa, porque é o que ele já está lendo sobre você.

Pasta sem nada?

Peça /init. Ele lê a pasta inteira e escreve o primeiro CLAUDE.md sozinho.

Mudou algo importante?

Atualize o arquivo. Ele não se atualiza sozinho, e contexto velho atrapalha mais do que contexto nenhum.

O que vai dentro desse arquivo, em profundidade, é assunto do terceiro encontro.

M2 · Claude CodeCLAUDE.md
M2 · skills

/ Claude Code · o que você vai instalar

SKILL É UM PLAYBOOK REUTILIZÁVEL

Instruções, referências e, às vezes, scripts, guardados numa pasta que o Claude carrega sozinho quando a tarefa combina.

Sem skill, você reexplica o mesmo contexto toda vez. Com skill, ele já chega sabendo o passo a passo.

E é no “às vezes scripts” que mora o risco. Uma skill pode trazer código que roda na sua máquina.
M2 · skills da DZ

/ o pacote comum · parte 1 de 3

DZ SKILLS

Criadas aqui dentro, com o jeito DZ, atentando para os nossos processos, traduzindo os nossos frameworks para a IA. Todo mundo usa e todo mundo pode (e deve) desenvolver novas.

SkillO que faz
planbot-dzFramework PEC, de planejamento
jambot-dzFramework JAM, de criação
ativabot-dzFramework de ativação. Ainda não existe: é o que a gente começa a construir no terceiro encontro
dz-social-benchmarkBenchmark de redes que vira playbook de conteúdo
dz-video-editMonta filme a partir de filmagem bruta
M2 · pacote comumproprietárias DZ
M2 · as 8 do Pocock

/ o pacote comum · parte 2 de 3

AS OITO DO MATT POCOCK

Um método inteiro de trabalho, em oito peças. As quatro primeiras servem para qualquer coisa; as outras pressupõem um projeto de código.

SkillO que faz
grill-meEntrevista você até não sobrar decisão no escuro
handoffCompacta a conversa num documento de passagem para a próxima sessão
cavemanResposta comprimida, com cerca de 75% menos token
to-prdVira a conversa num PRD, o documento de requisitos
grill-with-docsO mesmo interrogatório, agora lendo a documentação do projeto
to-issuesQuebra o plano em issues, em fatias verticais
tddCiclo vermelho, verde, refatora
improve-codebase-architectureAcha o ponto fraco da arquitetura
M2 · pacote comumgithub.com/mattpocock/skills
M2 · o resto

/ o pacote comum · parte 3 de 3

E O QUE VEM DE FORA

Skill ou pluginO que faz
SuperpowersUm marketplace inteiro: brainstorming, planos, TDD, revisão de código
frontend-designDesign com identidade, não genérico. É plugin da Anthropic
impeccableDesenho e redesenho de interface
ponytailO desenvolvedor sênior preguiçoso: o mínimo de código que resolve
/security-reviewRevisão de segurança antes de publicar. Já vem no Claude Code

São origens diferentes, e é por isso que existem quatro formas de instalar. Três vêm agora, em sequência. A quarta aparece mais adiante, e é a mais cuidadosa delas.

M2 · pacote comumAnthropic · marketplace · comunidade
M2 · mecânica 1

/ instalar · mecânica 1 de 4

COPIAR PASTA

A mais simples das três, e a que não precisa de terminal nenhum. É assim que entram as oito do Matt Pocock, que estão esperando na pasta de skills do Drive.

1

Baixe a pasta de skills do Drive

Você vai ver oito pastinhas, uma por skill.

2

Abra a pasta oculta do Claude

Cole o caminho abaixo na barra de endereço do Finder ou do Explorer e dê Enter. Ela abre mesmo estando escondida.

3

Cole as oito pastas lá dentro e reinicie o Claude Code

Se a pasta skills não existir, crie você mesmo, com esse nome.

Mac

~/.claude/skills/

Para enxergar pasta oculta no Finder: ⌘ + Shift + ponto. O mesmo atalho esconde de novo.

Windows

%USERPROFILE%\.claude\skills\

No Explorer: Exibir → Mostrar → Itens ocultos.

M2 · instalar1 de 3 · copiar pasta
M2 · mecânica 2

/ instalar · mecânica 2 de 4

MARKETPLACE DE PLUGIN

Alguém publica um catálogo inteiro, você adiciona o catálogo e instala de lá. É assim que entra o Superpowers, que sozinho traz brainstorming, planos, TDD e revisão de código.

/ dentro do Claude Code, um comando de cada vez

/plugin marketplace add obra/superpowers-marketplace
/plugin install superpowers@superpowers-marketplace
M2 · mecânica 3

/ instalar · mecânica 3 de 4

PLUGIN DA ANTHROPIC

A mais curta. O catálogo oficial já vem junto com o Claude Code, então não tem marketplace para adicionar nem pasta para copiar. É de lá que sai o frontend-design, que dá olho de designer para o que o Claude monta.

A página da skill, para ver o que ela faz antes de instalar: claude.com/plugins/frontend-design

/ instale direto, pelo terminal

claude plugin install frontend-design@claude-plugins-official

Dentro do Claude Code, /plugin abre o mesmo catálogo em menu, se você preferir escolher clicando.

M2 · a diferença

/ e qual é a diferença, afinal

PLUGIN × SKILL

plugin

Kit completo

Empacota skills, conectores e comandos de uma vez. Adiciona uma capacidade inteira, não uma tarefa.

skill

Playbook especializado

Uma pasta com um SKILL.md dentro. Ensina um jeito de fazer uma coisa específica.

Na prática: plugin costuma vir de marketplace, skill costuma vir de pasta. As três mecânicas de agora são as três portas de entrada.

M2 · onde achar

/ depois do pacote comum

SKILLS.SH

Um diretório de skills, da comunidade e da própria Anthropic. Cada uma mostra quem publicou, e é esse o dado que mais importa antes de instalar qualquer coisa.

skills.sh

A página do skills.sh: o comando npx skills add, os agentes compatíveis e o ranking de skills mais instaladas
M2 · find-skills

/ skills.sh · vercel-labs

UMA SKILL PARA ACHAR SKILL

Em vez de você garimpar o diretório, ela procura por você, de dentro da conversa.

npx skills add vercel-labs/skills/find-skills

skills.sh/vercel-labs/skills/find-skills

M2 · skill-creator

/ skills.sh · Anthropic

A SKILL QUE ESCREVE SKILL

Ela conduz a criação de uma skill nova, do nome ao SKILL.md. É a ferramenta que o terceiro encontro vai usar para construir a ativabot-dz.

npx skills add anthropics/skills/skill-creator

Repare que esta entra pelo terminal, não copiando pasta nem por marketplace. É a mesma ideia de sempre, por uma porta diferente. O comando é igual no Mac e no Windows.

M2 · skills.shalvo do M3
M2 · HyperFrames

/ skills.sh · e esta é do pacote

HYPERFRAMES

Motion graphics e composição de vídeo. É a dupla do dz-video-edit: aquela monta filme a partir de filmagem bruta, esta faz o que não tem filmagem de origem.

npx skills add heygen-com/hyperframes --full-depth
M2 · impeccable

/ skills.sh · pbakaus

IMPECCABLE

Desenho e redesenho de interface. Anda junto com o frontend-design: aquele instala pelo catálogo da Anthropic, esta vem do skills.sh.

E aqui vai a quarta forma de instalar: em vez do comando, você cola o endereço e manda ele conferir a procedência antes de mexer em qualquer coisa.

Quero instalar a skill https://www.skills.sh/pbakaus/impeccable/impeccable Verifique a segurança da skill e, caso seja segura, prossiga para a instalação. Deixe disponível para todas as sessões do Claude.

Repare no que o pedido faz: a conferência de segurança virou parte da instalação, e não um passo que a gente lembra de fazer depois.

M2 · procedência

/ antes de instalar qualquer uma

OLHE O INDICADOR DE SEGURANÇA

O skills.sh mostra um indicador de segurança em cada skill. As publicadas pela própria Anthropic já vêm marcadas como seguras. Para as outras, é você que confere antes de clicar.

Lembra do “às vezes scripts”? Uma skill pode rodar código na sua máquina e isso pode ser um baita risco.
M2 · confiança

/ e vale para conector também

A MESMA PERGUNTA, COM MAIS EM JOGO

Uma skill ruim roda código na sua máquina. Um conector ruim é outra conversa: ele fica com a chave do seu e-mail, do seu Drive, das suas tarefas. E continua com ela depois da aula.

pergunte sempre

Quem publicou?

Oficial da Anthropic, do Google, da Microsoft? Ou de alguém que você não sabe quem é?

e também

Precisa mesmo disso?

Conector que você liga por curiosidade fica ligado. Instale o que a tarefa pede, não o que parece interessante.

M2 · modos

/ quanto você deixa ele agir sozinho

OS MODOS DO CLAUDE CODE

ModoO que fazUse quando
Manual, o padrãoPergunta antes de cada açãoPrimeira vez, dado sensível, qualquer coisa que saia da sua máquina
Plan modeEle planeja tudo e mostra o caminho. Você aprova antes de rodarMudança grande, ou quando você quer entender o que vai acontecer
Accept editsAceita edição de arquivo sozinho, sem parar para perguntarPasta isolada, ação reversível, processo que você já rodou antes

O atalho Shift + Tab gira entre eles. Vale abrir agora e ver a barrinha mudar.

M2 · Claude Codeautonomia com controle
M2 · o irreversível

/ a regra que vale em qualquer modo

O HUMANO APROVA O IRREVERSÍVEL

Não importa em que marcha você esteja. Estas cinco coisas passam por você antes de acontecer, sempre:

A lista não é sobre desconfiar da máquina. É que erro reversível custa um desfazer, e erro irreversível custa um telefonema.

M2 · mão na massa

/ hands-on · 5 minutos

A PROPOSTA, EM MARKDOWN

O MarkItDown apareceu no primeiro encontro e vocês já instalaram. Agora ele serve para o que interessa: a apresentação comercial do CoreComm está em PDF na sua pasta, e PDF é caro de ler.

/ no terminal, dentro da pasta do CoreComm

markitdown apresentacao-comercial-corecomm.pdf > proposta.md

Dá para pedir ao próprio Claude também, em português, que ele roda o mesmo comando. Os dois caminhos chegam no mesmo lugar.

São 18 MB de PDF, então pode demorar. Se a sua máquina engasgar, não insista: a versão convertida já existe no computador do facilitador e a gente segue com ela.
M2 · hands-on2 de 4
M2 · a sua lente

/ hands-on · 5 minutos

AGORA PELA LENTE DA SUA ÁREA

Todo mundo tem o mesmo material na mão: a reunião, a proposta, os arquivos do cliente. O que muda é o que você enxerga neles. Cada um escreve um .md da sua área.

ÁreaO que você produz
PlanejamentoO plano, usando a planbot-dz que você acabou de instalar
AtendimentoOs limitantes do cliente: verba, prazo, o que historicamente não passa
CriaçãoReferências: campanhas anteriores e o que os concorrentes andam fazendo
AtivaçãoCanais prioritários e as mecânicas que cabem nesse briefing
M2 · hands-on3 de 4
M2 · grill-me

/ hands-on · 5 minutos

AGORA DEIXE ELE TE INTERROGAR

A grill-me é uma das oito que você copiou há pouco. Ela pega o que você escreveu e cruza com a transcrição e a proposta, perguntando até não sobrar suposição de pé.

/grill-me Estou desenvolvendo um trabalho para o CoreComm. Sou [sua área] e quero sua ajuda para criar os documentos de contexto do projeto desse cliente. O que temos até agora são os arquivos [liste os arquivos].
Você não vai terminar essa conversa em cinco minutos, e tudo bem. A ideia é sentir o que ela faz com você, não chegar ao fim do interrogatório.

/ e antes de largar o teclado

Salve o seu .md na pasta _entregas-turma, dentro da pasta do CoreComm no Drive. É de lá que sai a consolidação, daqui a pouco.

M2 · hands-on4 de 4
M2 · PRD

/ o documento que vira briefing

PRD NÃO É SÓ PARA PRODUTO DIGITAL

PRD, de Product Requirements Document, é um documento que descreve o que vai ser construído, que problema resolve e o que precisa conter. Nasceu no mundo de software, mas o que ele faz é obrigar você a descrever bem antes de começar. Isso serve para qualquer projeto.

Item do PRDNuma campanha, é
ObjetivoA meta da campanha
PúblicoQuem ela precisa atingir
EscopoO que entra e, principalmente, o que fica de fora
EntregáveisAs peças e os canais
SucessoComo a gente vai medir que deu certo
RestriçõesPrazo, verba, o que não pode

E tem uma skill que escreve esse documento a partir da conversa que você acabou de ter com a grill-me:

/to-prd
M2 · Claude Codegrill-me → to-prd
M2 · consolidação

/ agora é a sala inteira

ORGANIZANDO A BAGUNÇA

Cinco lentes, o mesmo cliente, vários arquivos na pasta de entregas. Agora eles viram um dossiê só.

/ e vocês já sabem a fórmula

Objetivo · Insumos · Saída

O que precisa ficar pronto, quais arquivos entram, em que formato sai.

Destino · Guardrails

Onde salvar, como nomear, e o que ele não pode fazer sem perguntar.

M2 · publicaa sala dita, o facilitador digita
M2 · o guardrail

/ a parte que ninguém pode esquecer de dizer

“MANDE OS ORIGINAIS PARA UMA PASTA DE BACKUP. NA PASTA FINAL, SÓ OS CONSOLIDADOS.”

M2 · no ar

/ ▸ publica

O DOSSIÊ SOBE
NO PROJECT

O CoreComm agora tem um contexto que não mora na cabeça de ninguém. Está no Project, disponível para todo mundo, e qualquer conversa nova já começa sabendo de tudo isso.

M2 · artifact

/ ▸ publica · a segunda metade

AGORA UM ARTIFACT COM A CARA DO CLIENTE

O dossiê é texto, e texto ninguém abre numa reunião. Cada um vai criar um Artifact dentro do Project do CoreComm, transformando as decisões em algo que dá para mostrar na tela.

E tem um detalhe que muda tudo: na pasta do cliente existe um design.md com a marca do CoreComm inteira, cores, tipografia e componentes. O Claude lê esse arquivo e o Artifact sai parecido com o produto do cliente, não com cara de template.

Crie um artifact com as decisões do dossiê do CoreComm: o que ficou definido, o que ficou em aberto e os próximos passos. Use o design.md desta pasta para o layout, para ficar com a cara da marca do cliente.

É o mesmo Artifact do primeiro encontro. A diferença é que agora ele sai de um contexto que a equipe inteira construiu junto.

M2 · publicaartifact no Project

EXTRAS

CONECTORES DE CRIAÇÃO · DITADO POR VOZ
2026 dzestudio.com.br
M2 · extra

/ extra · se sobrar tempo

TAMBÉM DÁ PARA CONECTAR AS FERRAMENTAS DE CRIAÇÃO

A mesma lógica de conector que você usou no Gmail e no ClickUp vale para o que roda na sua mesa todo dia.

Photoshop

Abrir arquivo, aplicar ajuste, exportar variação.

Premiere

Mexer na timeline e na organização do projeto.

Illustrator · Lightroom

Mesma ideia, para vetor e para tratamento.

M2 · extra

/ extra · se sobrar tempo

FALAR EM VEZ DE DIGITAR

Existe ditado por voz para conversar com o Claude, e ele muda mais o resultado do que parece.

Por quê: pedido bom é pedido longo. Contexto, restrição, formato, o que não fazer. Digitar tudo isso cansa, e você vai encurtando sem perceber. Falando, não encurta.

um exemplo de plataforma externa

Fluid Voice

fluidvoice.org

M2 · extra

/ extra · se sobrar tempo

NO FIM, PEÇA PARA ELE ATUALIZAR O CONTEXTO

Lembra que o CLAUDE.md não se atualiza sozinho? Você não precisa atualizar na mão. Quando a etapa fecha, peça para ele registrar o que mudou, na memória e nos arquivos que dependem disso.

Terminamos esta etapa do projeto. Atualize o CLAUDE.md e os outros arquivos de contexto desta pasta com o que foi decidido: o que mudou, o que ficou definido e o que continua em aberto. Me mostre o que você pretende alterar antes de escrever.

Repare na última linha: é o plan mode virando hábito. A próxima conversa começa sabendo o que esta decidiu.

M2 · fechamento

/ fechamento

O QUE VOCÊ LEVA DAQUI

O que ficouOnde está
O pacote comum instaladoNa sua máquina, em .claude/skills e nos plugins
Conectores ligadosNo seu Cowork: Gmail, Drive e ClickUp
Uma rotina rodandoO daily briefing, se você agendou
O documento da sua áreaNa pasta de entregas, no Drive
O dossiê do CoreCommNo Project, para a equipe inteira

E tudo o que passou por aqui continua no guia, para consultar depois com calma.

M2 · fechamentosai com o pacote instalado

ÚLTIMO
ENCONTRO

M3 · CRIAR
2026 dzestudio.com.br
M3 · build

/ módulo 3 · ao vivo

O ENCONTRO
DE HOJE

A DZ tem um framework de ativação escrito e nenhuma skill para ele. Hoje vamos construir essa skill juntos, cada área com a sua parte, e ela sai daqui instalada na máquina de todo mundo.

01Revisão · o que a turma já fez com Cowork e Claude Code
02Os materiais · o que vai dentro do CLAUDE.md
03Vibe × spec · dois jeitos de pedir a mesma skill
04Mão na massa · a ativabot-dz, do /grill-me ao skill-creator
05▸ Publica · a skill vai para a pasta da casa, junto da dz-deck
06Daqui em diante · o grupo de trabalho
material real · CoreComm
M3 · revisão

/ até aqui

O QUE A GENTE JÁ FEZ

Uma passada rápida, para o M3 começar de onde a turma está.

M3 · demo

/ ▸ demo · pastas da casa

CLAUDE CODE NO DIA A DIA

Exemplos de verdade, de pastas da casa. Coisas que você pode levar para a sua.

01

Cálculo de créditos

Vivo

02

Pack de ícones

Brand Codz

03

A pasta de um projeto real

Com o Vini

M3 · os materiais

/ os materiais · o que ficou prometido no M2

O QUE VAI DENTRO DO CLAUDE.MD

EntraNão entra
O que é o projeto, em duas linhasO que muda toda semana
Onde estão as coisasSenha, token, dado sensível
As regras que valem sempre: as que você repetiu em todo pedidoO que já está em outro arquivo: aponte para ele
Como você quer a respostaA regra que você só usou uma vez

Curto, de propósito. Ele é lido em toda conversa. Cada linha a mais custa token toda vez, o mesmo raciocínio dos conectores.

/ dois níveis

Vale paraOnde fica
Esta pastaCLAUDE.md na raiz do projeto
Tudo o que você faz no Claude CodeMac ~/.claude/CLAUDE.md · Windows %USERPROFILE%\.claude\CLAUDE.md

Regra de todo cliente vai no global. Regra deste cliente, na pasta.

Regra demais também trava. Se tudo pede licença, o Claude não termina nada. Guarde o arquivo para o que você de fato repetiria.

/ o hábito de fim de trabalho

Ele não atualiza o próprio arquivo. Terminou uma tarefa, um projeto, ou uma etapa com muita mudança? Antes de fechar, peça:

Terminamos esta etapa do projeto. Atualize o CLAUDE.md e os outros arquivos de contexto desta pasta com o que foi decidido: o que mudou, o que ficou definido e o que continua em aberto. Me mostre o que você pretende alterar antes de escrever.

Contexto velho atrapalha mais do que contexto nenhum.

M3 · os materiaisCLAUDE.md
M3 · vibe × spec

/ vibe × spec

DOIS JEITOS DE PEDIR A MESMA COISA

vibe coding

Você pede e vê o que sai

Rápido e bom para testar uma ideia. O resultado é o que o Claude acha que você quis.

spec driven design

Você escreve o que quer antes de pedir

Mais lento no começo, e é o que escala. O resultado é o que você decidiu.

M3 · vibe × spec

/ vibe × spec · nada roda nesta tela

A MESMA SKILL, DOS DOIS JEITOS

/ vibecoding · um pedido, e o Claude decide o resto

Crie uma skill que monta plano de ativação de campanha.

/ spec driven design · o caminho de hoje

PassoComO que sai
1 · Definir o problema/grill-meAs decisões, uma por uma
2 · Documentar/to-prdO PRD da skill: o que ela faz e o que não faz
3 · Dividir/to-issuesUma issue por área da DZ
4 · ConstruirCada área, a sua issueAs peças da skill
5 · Fecharskill-creatorA skill montada

Todas elas você instalou no M2.

M3 · vibe × speco caminho spec
M3 · o framework

/ framework de ativação da DZ

AGORA DO JEITO DA CASA

A DZ já tem o método escrito, com base em 20 anos de projetos. Faltava ele virar skill.

Objetivos · Estratégia · Audiência · Canais · Roadmap · Projeção

Abrir o tutorial do framework

O framework de ativação da DZ: Audiência no alto, Objetivos, Estratégia, Roadmap e Projeção no meio, Canais embaixo, ligados por linhas
M3 · definir

/ ▸ coletivo · passo 1 · /grill-me

O PEDIDO É DE VOCÊS

O /grill-me, em cima do tutorial. O pedido, na fórmula que a gente já usa: Objetivo · Insumos · Saída · Destino · Guardrails. O facilitador digita; quem dita é a sala.

/ se travar, um ponto de partida

/grill-me Quero criar a skill ativabot-dz, que monta plano de ativação com o Framework de Ativação da DZ. Leia o tutorial [arquivo]. Me entreviste, uma pergunta por vez, até a gente decidir o que a skill faz em cada uma das seis etapas: o que ela pergunta, o que ela decide e o que ela não faz. Use só o que está no tutorial e o que a gente responder. Não complete nada sozinho.
Quem responde é a sala. Cada pergunta dele é uma decisão que a casa nunca escreveu. E em algum momento vem a pergunta da próxima tela.
M3 · definirpasso 1 de 5
M3 · o que falta

/ ▸ coletivo · a pergunta

O QUE A GENTE FAZ QUE NÃO ESTÁ AQUI?

O tutorial fala de mídia kit, plataforma e emissora. Na prática, a gente ativa com muito mais.

M3 · o que falta

/ depois que a sala falar

ALÉM DA MÍDIA PAGA

FamíliaExemplos
Mídia pagaSocial ads, busca, programática, TV, rádio, mídia exterior
Mídia própriaSite, redes da marca, CRM, base de clientes
Mídia conquistadaImprensa, PR, alcance orgânico
InfluênciaCreators, embaixadores, conteúdo de cliente
ComunidadeGrupos, clubes, a base que já conversa com a marca
ExperiênciaEventos, ativação presencial, ponto de venda
ParceriasCo-branding, mídia de parceiro
A regra que entra na skill: se o mix só tem mídia paga, ela pergunta por quê antes de seguir. Vale em Estratégia, Audiência e Canais.

Entra no PRD, e de lá vira references/canais-alem-da-midia-paga.md.

M3 · definiro que a casa faz e não escreveu
M3 · a lição

/ o que separa uma skill que funciona

A SKILL HERDA O VIÉS DO DOCUMENTO.

O que a casa faz e não escreveu, a skill não tem como saber. A versão vibe não saberia. A nossa vai saber.

M3 · documentar

/ ▸ coletivo · passo 2 · /to-prd

DA CONVERSA AO DOCUMENTO

O /grill-me decidiu, o /to-prd escreve o que foi decidido. É o mesmo do M2.

/to-prd Transforme esta conversa no PRD da skill ativabot-dz. Não é um projeto de código e não temos issue tracker: salve como prd-ativabot.md em _entregas-turma/. Inclua a regra da mídia paga e deixe claro o que a skill não faz.
O DNA dessas skills é de código. Por isso o pedido diz que não é. Sem essa linha, ela sai procurando um repositório.
M3 · documentarpasso 2 de 5
M3 · documentar

VOCÊ NÃO PEDIU UMA SKILL.

PEDIU O QUE ELA PRECISA SABER.

Essa é a diferença entre vibe e spec. Está em _entregas-turma/prd-ativabot.md, e é a base de todas as issues.

M3 · dividir

/ por que dividir por área

A ATIVAÇÃO É A ÚLTIMA PONTA

Planejamento · o PEC → Criação · o JAM → Ativação

E o Atendimento entra no caminho todo, com verba, prazo e aprovação.

Ela recebe o que as outras áreas entregam. Por isso a divisão do trabalho é por área.

M3 · dividir

/ ▸ coletivo · passo 3 · /to-issues

UMA ISSUE POR ÁREA

O /to-issues quebra o PRD em pedaços que cada área resolve sozinha.

/to-issues Quebre prd-ativabot.md em issues, uma por área da DZ que alimenta a ativação: planejamento, criação, atendimento e ativação. Cada issue diz o que a área precisa escrever para a skill e em que etapa isso entra. Sem issue tracker: salve tudo em issues-ativabot.md, em _entregas-turma/.

Ele vai perguntar se a divisão está boa. Quem responde é a sala.

M3 · dividirpasso 3 de 5
M3 · mão na massa

/ hands-on · passo 4 · em grupos por área · 10 minutos

A SUA ISSUE

ÁreaA issue pedeArquivo
PlanejamentoComo a ativação deve ler a tabela tática do PEC: etapa, barreira, tarefa, canal, mensagementrada-planejamento.md
CriaçãoComo a ideia e os Support Assets do JAM viram formatosentrada-criacao.md
AtendimentoOs limitantes: verba, prazo, quem aprovalimites-atendimento.md
AtivaçãoAs diretrizes que a casa usa e que têm nome: Tiro de canhão, Tríplice impactorepertorio-ativacao.md

A tabela é a previsão. Valem as issues que o /to-issues escrever.

1

Baixe os dois arquivos para a sua pasta local

prd-ativabot.md e issues-ativabot.md, de _entregas-turma/.

2

No Claude Code, nessa pasta, deixe ele entrevistar o grupo

Troque o que está entre colchetes.

/grill-me Somos de [área] e vamos resolver a issue de [área] da skill ativabot-dz. Leia prd-ativabot.md e issues-ativabot.md. Nos entreviste sobre o que a issue pede. No fim, escreva [arquivo], curto, como regra para a skill seguir.
3

Suba o arquivo para _entregas-turma/

É de lá que sai a montagem.

Não precisa ficar bom. Precisa existir.

M3 · mão na massapasso 4 de 5
M3 · por dentro

/ antes de montar

UMA SKILL POR DENTRO

ativabot-dz/ SKILL.md ← nome, descrição e o caminho das seis etapas references/ ← as issues resolvidas e a lista de canais

O Claude não lê tudo de uma vez. A descrição, ele lê sempre. O SKILL.md, quando decide usar a skill. As references/, só quando chega na etapa que precisa delas. Por isso uma skill pode saber muito sem pesar.

O planbot-dz e o jambot-dz têm exatamente esse formato.

M3 · fecharSKILL.md + references
M3 · a descrição

/ o que separa uma skill que funciona

A DESCRIÇÃO É O GATILHO

O Claude decide usar uma skill pela descrição. Vaga, ela não dispara. Larga demais, dispara na hora errada.

vaga

“Ajuda com ativação.”

boa

“Monta plano de ativação nas seis etapas do framework da DZ. Não use para relatório de resultado: isso é das dz-reports.”

M3 · fechar

/ ▸ coletivo · passo 5 · skill-creator

A MONTAGEM

O facilitador fecha a skill com o skill-creator, a partir de tudo o que a turma escreveu.

Crie a skill ativabot-dz a partir dos arquivos de _entregas-turma/. prd-ativabot.md é a especificação. Os arquivos das áreas viram references/, e a lista de canais além da mídia paga também. No SKILL.md, as seis etapas na ordem, e a regra: se o mix só tem mídia paga, pergunte por quê antes de seguir. Na descrição, deixe claro que ela monta plano de ativação e não faz relatório de resultado. Não salve nada em skills/ ainda. Me mostre a pasta antes.
M3 · fecharpasso 5 de 5
M3 · testar

/ o que separa uma skill que funciona

TESTAR NÃO É OLHAR.

Uma skill que parece funcionar foi lida e aprovada. Uma que funciona rodou num caso de verdade.

M3 · teste

/ ▸ demo · no dossiê do CoreComm

DUAS VERSÕES, DOIS AGENTES

A versão vibe nasce aqui, com o pedido de uma linha. Um agente faria uma de cada vez. Dois subagentes rodam juntos: é a equipe de agentes do M2, agora de verdade.

Use dois subagentes em paralelo. Cada um monta um plano de ativação para o CoreComm a partir de [dossiê]. O primeiro cria uma skill só com este pedido, sem ler mais nada: "Crie uma skill que monta plano de ativação de campanha." E usa essa skill. O segundo usa a ativabot-dz. Depois compare os dois planos lado a lado: o que um tem e o outro não, qual foi além da mídia paga, qual usou o que as áreas escreveram. Só leia e compare. Não salve a skill do primeiro e não mude a ativabot-dz.
M3 · testevibe × spec, lado a lado
M3 · teste

/ a comparação

ONDE A VERSÃO DA CASA GANHOU?

E onde ela ainda perde. O que perde vira a lista da v0.2.

M3 · publica

/ ▸ publica

A SKILL VAI PARA A CASA

skills/dz-frameworks/ativabot-dz/ · v0.1.0

Ao lado do planbot-dz e do jambot-dz. Só uma pessoa salva, e com número de versão: todo mundo pode mexer nessa pasta, e versão nova não pode ser sobrescrita por uma velha.

M3 · instalar

/ hands-on · 5 minutos

INSTALAR AS DUAS

A mesma mecânica do M2, copiar pasta. Agora com duas skills da casa.

1

Abra a pasta de skills da casa no Drive

drive · claude/skills

2

Baixe duas pastas

dz-frameworks/ativabot-dz e dz-deck.

3

Cole as duas na pasta de skills do Claude

Se a pasta skills não existir, crie você mesmo, com esse nome.

4

Feche e abra o Claude Code de novo

E pergunte: “quais skills você tem instaladas?”

Mac

~/.claude/skills/

No Finder, ⌘ + Shift + G, cole o caminho e dê Enter.

Windows

%USERPROFILE%\.claude\skills\

Cole o caminho na barra de endereço do Explorer e dê Enter.

M3 · publicaativabot-dz + dz-deck
M3 · dz-deck

/ a outra skill da casa

DZ-DECK

Apresentação com a identidade da DZ, a partir de um briefing, um doc ou uns bullets.

Sai em HTML, que funciona projetado, no laptop e no celular, e em PDF.

Ela precisa de Python 3, Chrome e ffmpeg. O Chrome você já tem. Os outros dois são a tarefa de casa, na próxima tela.
M3 · tarefa de casa

/ tarefa de casa · para a dz-deck funcionar

PYTHON E FFMPEG

Mac

No terminal:

brew install python ffmpeg

Para conferir: python3 --version e ffmpeg -version.

Windows

No terminal, um de cada vez:

winget install -e --id Python.Python.3.12
winget install -e --id Gyan.FFmpeg

Feche e abra o terminal. Para conferir: py --version e ffmpeg -version.

Travou? Traz para o primeiro grupo de trabalho. É para isso que ele existe.

M3 · tarefa de casaMac e Windows
M3 · fechamento

/ fechamento

O QUE VOCÊ LEVA DAQUI

O que ficouOnde está
A ativabot-dz v0.1.0Na sua máquina e em skills/dz-frameworks/
A parte da sua áreaDentro dela, em references/
A dz-deckNa sua máquina. Funciona depois da tarefa de casa
O jeito spec de pedir/grill-me → /to-prd → /to-issues → skill-creator

E tudo o que passou por aqui continua no guia, para consultar depois com calma.

M3 · fechamentosai com a skill instalada
M3 · daqui em diante

/ daqui em diante

O QUE SE ESPERA DAQUI EM DIANTE

01

Uma coisa que funciona

Uma skill, uma rotina ou uma ferramenta. Vai para o hub ou para o BR(AI)N.

02

Um módulo curto da sua área

Como a sua área usa o Claude para alguma coisa. É o começo do Momento 3.

M3 · o grupo

/ o acompanhamento

A CADA 15 DIAS, UM GRUPO DE TRABALHO

Presencial, com opção remota. Sem pauta fechada: dúvida, troca, o que cada um está usando e o que travou.

E aos 45 dias, uma conversa individual de 15 minutos, com o head da sua área.

ObRIGADZ

TRILHA CLAUDE · M3
2026 dzestudio.com.br

/ para consultar depois

REFERÊNCIA

A sala é para fazer; esta parte é para consultar. Tudo que você não precisa decorar mora aqui.

O pacote comum DZ

A lista completa de skills, o que cada uma faz, e o passo a passo das formas de instalar — Mac e Windows lado a lado.

em produção

Checklist de confiança

Como julgar uma skill, um MCP ou um conector antes de ligar. Vem do bloco central do M2.

em produção

Modelos e esforço

A escada dos modelos e o caminho de cliques do controle de esforço, nas duas superfícies.

a confirmar na interface

Markdown

A tabela da sintaxe mínima. Já está escrita, no M0 · parte B.

pronto

Publicar

GitHub → Vercel, e quando entra Supabase. Mais as duas fases: conta pessoal para experimentar, MDM e hub quando a ferramenta é aprovada.

em produção

Política de uso de IA

As três regras, os níveis de risco e o PDF da v1.1 completa.

a linkar

dz estúdio · trilha claude · momento 2